Mesas de Debate

Cinema: Formação na América Latina
Cine: Formación en América Latina
CCSP | 31 de julho | 11h–12h30
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MARIA DORA MOURÃO (Brasil) é professora titular do Departamento de Cinema, Rádio e TV da ECA-USP. Ensina teoria da montagem, tendo montado vários filmes, entre eles os documentários São Paulo, Sinfonia e Cacofonia, de Jean-Claude Bernardet, e São Paulo, Cinemacidade, de Aloysio Raulino. Suas publicações incluem O Cinema do Real, organização com Amir Labaki (Cosac Naify, São Paulo, 2014, 1ª edição portátil) e The 21st Century Film, TV & Media School: Challenges, Clashes, Changes, organização com Stanislav Semerdjiev, Cecilia Mello e Alan Taylor (Cilect, Bulgária, 2016). Ex-presidente da Cilect (International Film and Television School Association) na gestão 2011-2018 e atual membro honorário.

MARIA DORA MOURÃO (Brasil) es profesora titular del Departamento de Cine, Radio y TV de la ECA-USP. Enseña teoría del montaje, habiendo montado diversas películas, entre ellas los documentales São Paulo, Sinfonia e Cacofonia de Jean-Claude Bernardet y São Paulo, Cinemacidade de Aloysio Raulino. Sus publicaciones incluyen O Cinema do Real, organización con Amir Labaki (Cosac Naify, São Paulo, 2014, 1ª edición portátil) y The 21st Century Film, TV & Media School: Challenges, Clashes, Changes, organização com Stanislav Semerdjiev, Cecilia Mello e Alan Taylor (Cilect, Bulgaria, 2016). Ex-presidente de Cilect (International Film and Television School Association) en la gestión 2011-2018 y actual miembro honorario.

MARCEL BELTRÁN (Cuba) é diretor e editor independente. Formou-se com diploma de ouro no Instituto Superior de Arte em 2008, completando seus estudos na Escola Internacional de Cinema e Televisão de San Antonio de los Baños em 2011. Foi reconhecido em diversas ocasiões como melhor diretor pela Mostra Jovem ICAIC, organizada pelo Instituto de Cinema Cubano. Seu filme Cisne Cuello Negro, Cuello Blanco participou da mostra Documentary Fortnight 2013 no MoMA de Nova York. O 32º Miami Film Festival realizou uma mostra de seu trabalho como parte do Cuban Independent Emerging Film/Video Artist. Em 2015, seu curta-metragem de ficção La Nube obteve o prêmio Coral no Festival Internacional do Novo Cinema Latino-americano.

MARCEL BELTRÁN (Cuba) es director y editor independiente. Se graduó con diploma de oro en el Instituto Superior de Arte en el 2008, completando sus estudios en la Escuela Internacional de Cine y Televisión, San Antonio de los Baños en el 2011. Ha sido reconocido en varias ocasiones como mejor director por la Muestra Joven ICAIC que organiza el Instituto de Cine Cubano. Su film Cisne Cuello Negro, Cuello Blanco participó en la muestra Documentary Fortnight 2013 en el MoMA de Nueva York. El 32º Miami Film Festival realizó una muestra de su trabajo como parte del Cuban Independent Emerging Film/Video Artist. En 2015 su cortometraje de ficción La Nube obtiene el premio Coral en el Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano.

RAÚL LOPEZ ECHEVERRÍA (México) é formado pela Unidade de Capacitação Audiovisual (atualmente Departamento de Imagem e Som) da Universidade de Guadalajara. Especializado em montagem e roteiro no Centro Sperimentale di Cinematografia/Scouola Nazionale di Cinema (Roma, 2006). Membro da Kinesis Film House desde 1998 como roteirista, diretor e editor. Participou como editor em diferentes documentários e escreveu/dirigiu diferentes curtas-metragens de ficção e um longa-metragem documental. Professor da disciplina de realização no Departamento de Imagem e Som desde 2010 e presidente do Ciba-Cilect desde 2019. Também é membro do comitê de seleção do Festival Internacional de Cinema de Guadalajara desde 2013.

RAÚL LOPEZ ECHEVERRÍA (México) es graduado en la Unidad de Capacitación Audiovisual (ahora Departamento de Imagen y Sonido) de la Universidad de Guadalajara. Especializado en montaje y guión en el Centro Sperimentale di Cinematografia / Scouola Nazionale di Cinema (Roma 2006). Miembro de Kinesis Film House desde 1998 como guionista, director y editor. Ha participado como editor en diferentes documentales y escrito y dirigido diferentes cortometrajes de ficción y un largometraje documental. Profesor de la asignatura de realización en el Departamento de Imagen y Sonido desde 2010 y presidente de Ciba-Cilect desde 2019. También es miembro del comité de selección del Festival Internacional de Cine de Guadalajara desde 2013.

Mulheres do Cinema
Mujeres del Cine
CCSP | 31 de julho | 14h30–16h
Evento gratuito

CLAUDIA PRISCILLA (Brasil) é jornalista de formação, diretora, roteirista e produtora. Em parceria com Kiko Goifman, dirigiu Olhe pra Mim de novo (2010) e, com Pedro Marques, codirigiu A Destruição de Bernardet (2016). Também com Kiko Goifman dirigiu o longa Bixa Travesty (2018), que estreou no Festival de Berlim e já foi exibido em 80 festivais nacionais e internacionais, ganhando prêmios como o Teddy Bear de melhor documentário, no Festival de Berlim, o Candango de melhor longa documentário do júri popular, no Festival de Brasília, o de melhor direção em Cartagena das Índias e o de melhor documentário em Biarritz.

CLAUDIA PRISCILLA (Brasil) es periodista de formación, directora, guionista y productora. En alianza con Kiko Goifman, dirigió Olhe pra Mim de novo (2010) y, con Pedro Marques, codirigió A Destruição de Bernardet (2016). También con Kiko Goifman dirigió el largometraje Bixa Travesty (2018), que estrenó en el Festival de Berlín ya fue exhibido en 80 festivales nacionales e internacionales, ganando premios como el Teddy Bear de mejor documental en el Festival de Berlín, el Candango de mejor largometraje de documental del jurado popular en el Festival de Brasilia, mejor dirección en Cartagena de Indias y mejor documental en Biarritz.

LÉA GARCIA (Brasil) é uma das atrizes negras mais renomadas no Brasil que traz para os palcos uma visão crítica e reflexiva da situação do negro na sociedade brasileira. Estreou como atriz no espetáculo Rapsódia Negra (1952) no Teatro Experimental do Negro, companhia de Abdias do Nascimento. Atuou em Anjo Negro e Perdoa-me por me Traíres, de Nelson Rodrigues; Cenas Cariocas; Casa Grande e Senzala, de João Mendonça, entre outras. No cinema, concorreu à Palma de Ouro (1957), conquistando o segundo lugar no Festival de Cannes pela atuação como Serafina no filme Orfeu Negro de Marcel Camus. Vencedora do prêmio Kikito de melhor atriz no Festival de Cinema de Gramado por Filhas do Vento, de Joel Zito Araújo (2004).

LÉA GARCIA (Brasil) es una de las actrices negras con más prestigio de Brasil que lleva a los escenarios una visión crítica y reflexiva de la situación del negro en la sociedad brasileña. Estrenó como actriz en el espectáculo Rapsódia Negra (1952) en el Teatro Experimental do Negro, compañía Abdias do Nascimento. Actuó en Anjo Negro y Perdoa-me por me Traíres de Nelson Rodrigues; Cenas Cariocas; Casa Grande e Senzala de João Mendonça, entre otras obras. En el cine, fue nominada a la Palma de Oro (1957), conquistando el segundo lugar en el Festival de Cannes por la actuación como Serafina en la película Orfeu Negro de Marcel Camus. Vencedora del premio Kikito de mejor actriz en el Festival de Cine de Gramado por Filhas do Vento, de Joel Zito Araújo (2004).

TATA AMARAL (Brasil) é uma das mais premiadas realizadoras brasileiras de cinema. Seu primeiro longa-metragem, Um Céu de Estrelas (1997), recebeu 18 prêmios no Brasil, EUA, Itália, Cuba e França, inclusive o de melhor filme nos festivais de Boston e Trieste. Através da Janela (2000) conquistou premiações no Brasil e no exterior. Com uma linguagem ao mesmo tempo seca e pungente, os dois filmes exploram aspectos da representação arquetípica da mulher. Antônia encerra a trilogia e foi desenvolvido em um processo de pesquisa que envolveu a realização dos curtas-metragens Juke Box (2002), Vila Ipojuca (2003) e VinteDez (2001).

TATA AMARAL (Brasil) es una de las más premiadas realizadoras brasileñas de cine. Su primer largometraje, Um Céu de Estrelas (1997), recibió 18 premios en Brasil, EE.UU., Italia, Cuba y Francia, incluso los de mejor película en los festivales de Boston y Trieste. Através da Janela (2000) conquistó premios en Brasil y en el exterior. Con un lenguaje al mismo tiempo seco e incisivo, las dos películas exploran aspectos de la representación arquetípica de la mujer. Antonia cierra la trilogía y fue desarrollada en un proceso de investigación que envolvió la realización de los cortometrajes Juke Box (2002), Vila Ipojuca (2003) y VinteDez (2001).

Circuitos tradicionais e alternativos de difusão | Distribuidores, players e salas de cinema
Circuitos Tradicionales y alternativos de difusión | Distribuidores, Players y Salas de Cine
Biblioteca Mário de Andrade | 30 de julho | 16h-18h
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AGUSTINA LUMI (Argentina) é produtora de cinema e televisão na Argentina. Desenvolveu sua carreira nas principais casas produtoras e emissoras de tevê aberta e por assinatura. Atualmente é coordenadora de conteúdos de mídia do INCAA (Instituto Nacional de Cine y Artes Audiovisuales) da Argentina para a Cine.ar TV e a Cine.ar Play. Juntamente com sua equipe trabalha para acrescentar mais e novos públicos às produções argentinas, acompanhando as políticas de fomento a partir da exibição e das telas públicas.

AGUSTINA LUMI (Argentina) es productora de cine y televisión en Argentina. Desarrolló su carrera en las principales casas productoras y señales de tevé de aire y cable. Actualmente es coordinadora de contenidos de medios del INCAA (Instituto Nacional de Cine y Artes Audiovisuales) de Argentina para Cine.ar TV y Cine.ar Play. Junto a su equipo trabaja para sumar más y nuevas audiencias a las producciones argentinas, acompañando las políticas de fomento desde la exhibición y las pantallas públicas.

HENRY GALSKY (Brasil) é formado em comunicação social e especializado em relações internacionais; também estudou cinema na Sapir College, em Israel. Em Tel Aviv, foi correspondente da rádio CBN durante a guerra entre Israel e o Hezbollah, em 2006. Há dez anos na Globosat, passou por GNT, GNT-Portugal e pela área de pesquisa e aquisição de conteúdo internacional. Foi coordenador de projetos e conteúdo do Canal Brasil entre 2013 e 2018, dedicando-se fundamentalmente às coproduções de longas-metragens e às séries contratadas pelo canal. Desde janeiro deste ano, atua na coordenação do setor de pesquisa e aquisição de conteúdo, área responsável pelos licenciamentos do Canal Brasil.

HENRY GALSKY (Brasil) es diplomado en comunicación social y especializado en relaciones internacionales; también estudió cine en el Sapir College, en Israel. En Tel Aviv, fue corresponsal de la emisora de radio CBN durante la guerra entre Israel y el Hezbollah, en 2006. Trabaja desde hace 10 años en Globosat, habiendo pasado por GNT, GNT-Portugal y por el área de investigación y adquisición de contenido internacional. Fue coordinador de proyectos y contenido del Canal Brasil entre 2013 y 2018, dedicándose fundamentalmente a las coproducciones de largometrajes y a las series contratadas por el canal. Desde enero de este año actúa en la coordinación del sector de investigación y adquisición de contenido, área responsable por las licencias del Canal Brasil.

IGOR KUPTAS (Brasil) é jornalista com pós-graduação em marketing e, atualmente, diretor da O2 Play, distribuidora de cinema, VOD, TV e vendas internacionais da O2 Filmes, produtora de Fernando Meirelles, Paulo Morelli e Andrea Barata Ribeiro. Entrou na empresa para criar o departamento em 2013. Começou a carreira em 1999, no site de cinema e-Pipoca, e migrou para a distribuição em 2003, na Europa Filmes, onde inaugurou o departamento de marketing digital. Após passagem pelo mercado publicitário, entrou na Mobz, empresa de eventos em cinema e VOD.

IGOR KUPTAS (Brasil) es periodista con postgrado en marketing, y en la actualidad director de O2 Play, distribuidora de cine, VOD, TV y ventas internacionales de O2 Filmes, productora de Fernando Meirelles, Paulo Morelli y Andrea Barata Ribeiro. Ingresó en la empresa en 2013 para crear ese departamento. Comenzó la carrera en 1999, en la página web de cine e-Pipoca, y migró para la distribución en 2003, en Europa Filmes, en donde inauguró el departamento de marketing digital. Después de un tiempo en el mercado publicitario, ingresó en Mobz, empresa de eventos en cine y VOD.

JIMMY LEROY (Brasil) é graduado em artes plásticas pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e atualmente o vice-presidente de criação e conteúdo da Nickelodeon Brasil. Trabalhou com motion design produzindo vídeos e animações para produtoras e agências de publicidade de São Paulo. Ingressou no mercado de televisão trabalhando com design para os canais TV Senac, Canal Brasil, ESPN, Band, Globo e MTV. Foi diretor de arte da MTV Brasil entre os anos de 1996 e 2003. Foi também premiado diversas vezes na Bienal de Design Gráfico da ADG e Promax/BDA Latino-Americano. Atuou como professor de grafismo eletrônico para a ESPM/Miami Ad School e como professor convidado da ECA-USP.

JIMMY LEROY (Brasil) es licenciado en artes plásticas por la Universidad Federal Minas Gerais (UFMG) y actualmente es vicepresidente de creación y contenido de Nickelodeon Brasil. Trabajó con motion design produciendo videos y animaciones para productoras y agencias de publicidad de São Paulo. Ingresó en el mercado de televisión trabajando con design para los canales TV Senac, Canal Brasil, ESPN, Band, Globo y MTV. Fue director de arte de MTV Brasil entre los años de 1996 y 2003. También fue premiado diversas veces en la Bienal de Design Gráfico de ADG y Promax/BDA Latinoamericano. Actuó como profesor de grafismo electrónico para la ESPM/Miami Ad School y como profesor invitado de la ECA-USP.

LAÍS BODANZKY (Brasil) é diretora-presidente da Spcine. Como cineasta, dirigiu filmes como Bicho de Sete Cabeças e Como Nossos Pais. Acaba de rodar um longa histórico sobre Dom Pedro I com Cauã Reymond. Por mais de 10 anos, coordenou projetos sociais de audiovisual como o Tela Brasil, que promove exibição itinerante de filmes nacionais, um programa de educação audiovisual em várias comunidades pelo Brasil e o Tela BR, um curso de educação audiovisual a distância.

LAÍS BODANZKY (Brasil) es directora presidente de Spcine. Como cineasta, dirigió películas como Bicho de Sete Cabeças y Como Nossos Pais. Acaba de rodar un largometraje histórico sobre Don Pedro l con Cauã Reymond. Durante más de 10 años, coordinó proyectos sociales de audiovisual, tales como Tela Brasil, que promueve la exhibición itinerante de películas nacionales, un programa de educación audiovisual en diversas comunidades de Brasil y el Tela BR, un curso de educación audiovisual a distancia.