Fundação Memorial da América Latina

FESTLATINO SP, A HISTÓRIA DE SUCESSO SE CONSOLIDA EM SÃO PAULO

A Fundação Memorial da América Latina e o Governo do Estado de São Paulo orgulhosamente apresentam, pelo 12º ano consecutivo, o Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo, o Festlatino SP, que reúne filmes de 18 países da América Latina e do Caribe.

Por aqui passaram praticamente todos os ícones que brilham nas telas e bastidores do cinema, representando as mais diversas tendências de usos e costumes dos nossos povos e a conjuntura política, social, cultural e econômica dos países latino-americanos.

O que se constata hoje é que o festival, ao longo de suas 11 edições, consolidou-se como referência neste ramo do entretenimento. Na mesma proporção, sua programação eclética contempla realizadores e cinéfilos interessados em entender e se atualizar com o que se passa na cinematografia latino-americana.

Por sugestão do então secretário de Cultura do Estado de São Paulo, João Batista de Andrade, em 2006 coube à Fundação Memorial da América Latina a missão de estabelecer canais de diálogo com aqueles países. Propôs, então, a criação de um festival que reunisse a produção cinematográfica que se fazia isoladamente nos países latino-americanos.

Funcionaria como uma arena continental para discutir sua singularidade estética, seus diferenciais e tendências temáticas, além de descobrir sua riqueza de criatividade, pulverizada em produções aqui e acolá. O festival também serviria como uma ponte na integração dos povos latino-americanos.

A iniciativa logo foi abraçada pelos mais importantes cineastas da época, a maioria vinda da geração do Novo Cinema Latino-Americano, como Miguel Littín e Fernando Birri, convidados históricos da primeira edição do evento.

Como se vê, a trajetória do Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo pode ser comparada ao enredo de um longo e vitorioso seriado que a cada exibição é atualizado com novidades para o seu respeitável público.

Muito disso se deve às parcerias envolvidas nessa empreitada, a começar pelos organizadores e curadores do evento, os cineastas Francisco Cesar Filho e Jurandir Müller, da Associação do Audiovisual. Além da dedicação em tempo integral ao projeto que desenvolvem com a Fundação Memorial, a dupla é conhecida pelo esmero na busca do que há de melhor e mais atualizado nesse imenso celeiro de criação que prolifera pelas salas de cinema do Brasil e dos nossos vizinhos.

O evento este ano se espalha por 26 pontos culturais da capital e da cidade de Campinas, e reúne diretores, produtores e atores para apresentar os trabalhos, interagir com o público e participar de debates.

O grande homenageado do ano é o cineasta brasileiro Beto Brant, autor de Os Matadores, O Invasor e Crime Delicado, obras premiadas internacionalmente.

Na programação estão títulos inéditos no Brasil, ao lado de produções em pré-estreias mundiais. Também é prevista a projeção de curtas-metragens das principais escolas de cinema.

Como tem se tornado rotina, a Praça Cívica do Memorial da América Latina é o local de exibições ao ar livre. A Galeria Marta Traba se transforma em espaço de encontro do evento, ao passo que no Auditório da Biblioteca Latino-Americana são promovidas, de forma inédita, projeções de longas-metragens com temática infantil e familiar.

Assim, chegamos ao 12º Festival do Cinema Latino-Americano de São Paulo com a sensação de que novas emoções nos esperam para afirmar a vocação cultural da Fundação Memorial da América Latina, com a credibilidade e o prestígio internacional que o evento conquistou.

Irineu Ferraz
Diretor-presidente da Fundação
Memorial da América Latina

FESTLATINO SP, LA HISTORIA DE ÉXITO SE CONSOLIDA EN SÃO PAULO

La Fundación Memorial de América Latina y el Gobierno del Estado de São Paulo orgullosamente presentan, por el 12º año consecutivo, el Festival de Cine Latinoamericano de São Paulo, Festlatino SP, que reúne películas de 18 países de América Latina y del Caribe.

Por aquí han pasado prácticamente todos los íconos que brillan en las pantallas y las bambalinas del cine, representando las más diversas tendencias de usos y costumbres de nuestros pueblos y la coyuntura política, social, cultural y económica de los países latinoamericanos.

Lo que hoy se constata es que el festival, en el transcurso de sus 11 ediciones, se ha consolidado como referencia en este ramo de la entretención. En la misma proporción, su programación ecléctica contempla a realizadores y cinéfilos interesados en entender y actualizarse con lo que acontece en la cinematografía latinoamericana.

Por sugerencia del entonces secretario de Cultura del Estado de São Paulo, João Batista de Andrade, en 2006 le correspondió a la Fundación Memorial de América Latina la misión de establecer canales de diálogo con dichos países. Propuso entonces la creación de un festival que reuniese la producción cinematográfica que se realizaba aisladamente en los países latinoamericanos.

Funcionaría como un escenario continental para discutir su singularidad estética, sus diferenciales y tendencias temáticas, además de descubrir su riqueza de creatividad, pulverizada en producciones aquí y acullá. El festival también serviría como un puente en la integración de los pueblos latinoamericanos.

La iniciativa luego fue acogida por los más importantes cineastas de la época, la mayoría provenientes de la generación del Nuevo Cine Latinoamericano, como Miguel Littín y Fernando Birri, invitados históricos de la primera edición del evento.

Como se ve, la trayectoria del Festival de Cine Latinoamericano de São Paulo puede compararse a la trama de una larga y victoriosa serie que en cada exhibición se actualiza con novedades para su respetable público.

Ello se debe en gran parte a las alianzas envueltas en ese proyecto, empezando por los organizadores y curadores del evento, los cineastas Francisco Cesar Filho y Jurandir Müller, de la Asociación del Audiovisual. Además de la dedicación a tiempo completo al proyecto que desarrollan con la Fundación Memorial, ambos son conocidos por el esmero en la búsqueda de lo que hay de mejor y más actualizado en ese inmenso semillero de creación que prolifera por las salas de cine de Brasil y de nuestros vecinos.

El evento este año se distribuye en 26 puntos culturales de la capital y de la ciudad de Campinas, y reúne directores, productores y actores para presentar los trabajos, interactuar con el público y participar de debates.

El gran homenajeado del año es el cineasta brasileño Beto Brant, autor de Los Matadores, El Invasor y Crimen Delicado, obras premiadas internacionalmente.

En la programación hay títulos inéditos en Brasil junto a producciones en preestreno mundial. También se prevé la proyección de cortometrajes de las principales escuelas de cine.

Como ya es de rutina, la Plaza Cívica del Memorial de América Latina es el local de exhibiciones al aire libre. La Galería Marta Traba se transforma en espacio de encuentro del evento, mientras que en el Auditorio de la Biblioteca Latinoamericana se promueven, de forma inédita, proyecciones de largometrajes con temática infantil y familiar.

Así, llegamos al 12º Festival de Cine Latinoamericano de São Paulo con la sensación de que nuevas emociones nos esperan para afirmar la vocación cultural de la Fundación Memorial de América Latina, con la credibilidad y el prestigio internacional que el evento ha conquistado.

Irineu Ferraz
Director-presidente de la Fundación
Memorial de América Latina