Encontros e Debates

Dia 21 de julho – 11h00

Memorial da América Latina - Espaço PETROBRAS de Encontros

ENCONTRO COM ANNA MUYLAERT E LAERTE
ENCUENTRO COM ANNA MUYLAERT Y LAERTE

• Anna Muylaert (Brasil)
• Laerte (Brasil)

A cineasta homenageada em 2016 pelo Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo conversa com o público, com participação de Laerte.
La cineasta homenajeada en 2016 por el Festival de Cine Latinoamericano de São Paulo conversa con el público, con participación de Laerte.

Anna Muylaert (Brasil)

Roteirista e diretora de cinema e televisão. Dirigiu os longas-metragens Durval Discos (2002), É Proibido Fumar (2009), Que Horas Ela Volta? (2015) e Mãe Só Há Uma (2016), além de diversos curtas. Participou da criação de programas como Mundo da Lua, Castelo Rá-Tim-Bum e Um Menino Muito Maluquinho.

Guionista y directora de cine y televisión. Dirigió los largometrajes Durval Discos (2002), Se Prohíbe Fumar (2009), Una Segunda Madre (2015) y Madre Solo Hay Una (2016), además de diversos cortometrajes. Participó en la creación de programas como Mundo da Lua, Castelo Rá-Tim-Bum y Um Menino Muito Maluquinho.

Laerte (Brasil)

Autora de quadrinhos, cartuns e charges, tendo criado a revista Balão (quadrinhos) e a Oboré (assessoria de comunicação para sindicatos). Publicou seu trabalho n’O Pasquim, n’O Bicho, nos jornais O Estado de S. Paulo e Folha de S.Paulo, e em várias revistas. Foi autora da revista Piratas do Tietê e participou da redação de programas televisivos da Rede Globo, como TV Pirata, TV Colosso e Sai de Baixo. Apresentou o programa Transando com Laerte (Canal Brasil).

Autora de tiras cómicas, cartoons y charges, habiendo creado la revista Balão (tiras cómicas) y Oboré (asesoría de comunicación para sindicatos). Publicó su trabajo en O Pasquim, O Bicho, en los periódicos O Estado de S. Paulo y Folha de S.Paulo, así como en diversas revistas. Fue autora de la revista Piratas do Tietê y participó en la redacción de programas televisivos de la Red Globo, como TV Pirata, TV Colosso y Sai de Baixo. Presentó el programa Transando com Laerte (Canal Brasil).

 

Dia 22 de julho – 10h00

Centro de Pesquisa e Formação do Sesc São Paulo

O CINEMA DA ÉPOCA DE OURO MEXICANA
EL CINE DE LA ÉPOCA DE ORO MEXICANA

• Antonio Carlos (Tunico) Amâncio (Brasil)
• Maurício de Bragança (Brasil)
• Silvia Oroz (Brasil)
mediador: Danilo Cymrot (Pesquisador do Centro de Pesquisa e Formação do Sesc São Paulo – Brasil)

INSCREVA-SE AQUI
As inscrições custam R$ 15,00 (inteira), R$ 7,50 (meia) e R$ 4,50 (comerciários).
As vagas são limitadas.

Dos anos 1930 a 1950, uma vasta cinematografia mexicana chegou ao Brasil, onde gozou de muita popularidade. A mesa se propõe a discutir os fatores políticos, sociais e culturais que influenciaram os enredos desses filmes, a hegemonia do gênero melodramático, a constituição de um star system, o contexto da política de boa vizinhança, a atuação da distribuidora estatal Pelmex e a recepção dos filmes.
Entre los años 1930 a 1950, llegó a Brasil una vasta cinematografía mexicana que obtuvo mucha popularidad. La mesa se propone discutir los factores políticos, sociales y culturales que influyeron en los enredos de estas películas, la hegemonía del género melodramático, la constitución de un star system, el contexto de la política de buena vecindad, la actuación de la distribuidora estatal Pelmex y la recepción de las películas.

Antonio Carlos (Tunico) Amâncio (Brasil)

Doutor pela Universidade de São Paulo, é curta-metragista e roteirista. Professor titular do curso de Cinema da Universidade Federal Fluminense e de roteiro e cinema latino-americano. Publicou coletâneas sobre as relações cinematográficas do Brasil com o México e a Argentina, além de artigos em revistas e livros.

Doctor por la Universidade de São Paulo, realiza cortometrajes y es guionista. Catedrático del curso de Cine de la Universidade Federal Fluminense y de guión y cine latinoamericano. Publicó antologías sobre las relaciones cinematográficas de Brasil con México y Argentina, además de artículos en revistas y libros.

Maurício de Bragança (Brasil)

Doutor em Letras pela Universidade Federal Fluminense, é atualmente professor do Departamento de Cinema e Vídeo e do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da mesma universidade.

Doctor en Letras por la Universidade Federal Fluminense, es actualmente profesor del Departamento de Cine y Video y del Programa de Post-grado en Comunicación de la misma universidad.

Silvia Oroz (Brasil)

Doutora pelo Centro Cordinador y Difusor de Estudios Latinoamericanos, é pesquisadora da Universidade Federal do Rio de Janeiro e professora titular da Universidade Estácio de Sá. Autora dos livros Melodrama: o Cinema de Lágrimas na América Latina e Gutierrez Alea: os Filmes que Não Filmei.

Doctora por el Centro Coordinador y Difusor de Estudios Latinoamericanos, es investigadora de Universidade Federal do Rio de Janeiro y catedrática de la Universidade Estácio de Sá. Autora de los libros Melodrama: o Cinema de Lágrimas na América Latina y Gutierrez Alea: os Filmes que Não Filmei.

 

Dia 22 de julho - 17h00

Memorial da América Latina / Biblioteca Latino-Americana

JORNADA DE DIREITOS DE AUTOR DOS DIRETORES BRASILEIROS DE CINEMA E DO AUDIOVISUAL

• Sylvio Back (Brasil, cineasta)
• Ricardo Pinto e Silva (Brasil, cineasta)
• Guilherme de Almeida Prado (Brasil, cineasta)
• membros do escritório Siqueira Castro Advogados Associados
(assessoria jurídica da associação Cineastas Brasileiros de Cinema e do Audiovisual)

 

Dia 23 de julho – 10h30

Centro de Pesquisa e Formação do Sesc São Paulo

COPRODUÇÃO INTERNACIONAL NO ATUAL CINEMA LATINO-AMERICANO
CO-PRODUCCIÓN INTERNACIONAL EN EL CINE ACTUAL LATINOAMERICANO

• Augustina Chiarino (Uruguai)
• Emilie Lesclaux (Brasil)
• Gabriela Sandoval (Chile)
mediador: Francisco Cesar Filho (Cineasta e curador – Brasil)

INSCREVA-SE AQUI
As inscrições custam R$ 15,00 (inteira), R$ 7,50 (meia) e R$ 4,50 (comerciários).
As vagas são limitadas.

O crescente papel da coprodução internacional na viabilização e circulação de filmes latino-americanos. Os mecanismos de apoio a esta modalidade de produção e seus resultados e perspectivas.
El creciente papel de la co-producción internacional en la viabilidad y circulación de películas latinoamericanas. Los mecanismos de apoyo a esta modalidad de producción y sus resultados y perspectivas.

Agustina Chiarino (Uruguai)

Desde 2007 é produtora executiva na Control Z Films, onde produziu os filmes Gigante, de Adrián Biniez, Hiroshima e 3, de Pablo Stoll, e Tanta Água, de Ana Guevara e Leticia Jorge. Em 2011 fundou a produtora Mutante Cine com Fernando Epstein.

Desde 2007 es productora ejecutiva en Control Z Films donde ha producido las películas Gigante de Adrián Biniez, Hiroshima y 3 de Pablo Stoll, y Tanta Agua de Ana Guevara y Leticia Jorge. En 2011 funda la productora Mutante Cine con Fernando Epstein.

Emilie Lesclaux (Brasil)

Produtora e codiretora do festival Janela Internacional de Cinema de Recife. Seu primeiro longa-metragem como produtora, O Som ao Redor, de Kleber Mendonça Filho, foi selecionado em mais de 100 festivais, recebeu 32 prêmios e representou o Brasil no Oscar. Também com ele produziu Aquarius, selecionado na competição oficial do Festival de Cannes 2016.

Productora y co-directora del festival Ventana Internacional de Cinema de Recife. Su primer largometraje como productora, Sonidos Vecinos, de Kleber Mendonça Filho, fue seleccionado en más de 100 festivales de cine, recibió 32 premios y representó a Brasil en el Oscar. También con él produjo Aquarius, seleccionado en la competencia oficial del Festival de Cannes 2016.

Gabriela Sandoval (Chile)

Diretora fundadora da Storyboard Media, produtora de gestão cultural, cinema e distribuição cinematográfica, responsável pela fundação em 2005 do SANFIC, Santiago Festival Internacional de Cinema.

Gabriela Sandoval és directora fundadora de Storyboard Media, productora de: Gestión Cultural, Cine y Distribución Cinematográfica, responsable de la fundación en el año 2005 de SANFIC, Santiago Festival Internacional de Cine.

 

Dia 23 de julho – 15h00

Memorial da América Latina - Espaço PETROBRAS de Encontros

O ESPAÇO PARA O CINEMA ALTERNATIVO NA AMÉRICA LATINA
EL ESPACIO PARA EL CINE ALTERNATIVO EN AMÉRICA LATINA

• Adhemar Oliveira (Brasil)
• Alejandro Pelayo (México)
• Alfredo Manevy (Brasil)
mediador: Luiz Joaquim (Crítico e programador – Brasil)

Em tempos de especialização em filmes de grande espetáculo pelo circuito comercial de salas de cinema, o encontro aponta para experiências latino-americanas recentes de exibição focadas no cinema alternativo.
En tiempos de especialización en películas de gran espectáculo por el circuito comercial de salas de cine, el encuentro señala experiencias latinoamericanas recientes de exhibición enfocadas en el cine alternativo.

Adhemar Oliveira (Brasil)

Sociólogo e diretor de programação dos circuitos Espaço Itaú de Cinema, Cinearte e Cinespaço, que possuem 22 complexos espalhados pelo país, totalizando 111 salas. Há mais de vinte anos se dedica à exibição de filmes, com especial destaque para o cinema brasileiro e latino.

Sociólogo y director de programación de los circuitos Espaço Itaú de Cinema, Cinearte y Cinespaço, que tienen 22 complejos distribuidos por el país con un total de 111 salas. Desde hace más de veinte años, se dedica a la exhibición de películas, dando especial destaque al cine brasileño y latino.

Alejandro Pelayo (México)

Alternou a atividade acadêmica com a realização cinematográfica e televisiva. Atuou como adido cultural no Consulado Geral do México em Los Angeles e como professor visitante da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA). Desde 2013 é diretor geral da Cineteca Nacional.

Ha alternado la academia con la realización cinematográfica y televisiva. Se desempeñó como agregado cultural en el Consulado General de México en Los Angeles y como profesor visitante de la Universidad de California en Los Ángeles (UCLA). Desde 2013 es director general de la Cineteca Nacional.

Alfredo Manevy (Brasil)

Atual diretor-presidente da Spcine. Foi secretário de Políticas Culturais e secretário-executivo do Ministério da Cultura. Entre 2013 e 2014, foi secretário-adjunto de Cultura do município de São Paulo.

El director actual de Spcine. Fue secretario de Políticas Culturales y secretario-ejecutivo del Ministerio de Cultura. Entre 2013 y 2014, fue secretario adjunto de Cultura del municipio de São Paulo.

 

Dia 26 de julho – 10h00

Centro de Pesquisa e Formação do Sesc São Paulo

MULHERES ATRÁS DAS CÂMERAS
MUJERES POR DETRÁS DE LAS CÁMARAS

• Natalia Smirnoff (Argentina)
• Lucia Murat (Brasil)
• Mariana Viñoles (Uruguai)
mediadora: Ana Paula Sousa (Jornalista – Brasil)

INSCREVA-SE AQUI
As inscrições custam R$ 15,00 (inteira), R$ 7,50 (meia) e R$ 4,50 (comerciários).
As vagas são limitadas.

O olhar de cineastas do sexo feminino no cenário de crescimento de diretoras no cinema latino-americano, que hoje já respondem por 25% dos filmes no México e 19% no Brasil.
La mirada de cineastas del sexo femenino en el escenario de crecimiento de directoras en el cine latinoamericano que, actualmente, ya responden por el 25% de las películas en México y el 19% en Brasil.

Natalia Smirnoff (Argentina)

Trabalhou por sete anos como diretora na revista Prensario TV & Cable, tendo frequentado o workshop de roteiro de Martin Salinas durante dois anos. Em 2009 dirigiu seu primeiro filme, Quebra-Cabeças, selecionado para a competição do Festival de Berlim e vencedor do prêmio do público do Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo. Neste último evento, O Chaveiro, seu segundo trabalho, foi o filme de abertura.

Trabajó durante siete años como directora en la revista Prensario TV & Cable, habiendo frecuentado el taller de guión de Martin Salinas durante dos años. En 2009 dirigió su primera película, Rompecabezas, seleccionada para la competencia del Festival de Berlín y vencedor del premio del público del Festival de Cine Latinoamericano de São Paulo. en este último evento, El Llavero, su segundo trabajo, fue la película de inauguración.

Lucia Murat (Brasil)

Cineasta dedicada a temas políticos e femininos. Assina, entre outros, Que Bom Te Ver Viva (1988), Doces Poderes (1996) e Quase Dois Irmãos (2003).

Cineasta dedicada a temas políticos y femininos. Firma, entre otras películas, las siguientes: Que Bom Te Ver Viva (1988), Doces Poderes (1996) y Quase Dois Irmãos (2003).

Mariana Viñoles (Uruguai)

Em 2004 criou com Stefano Tononi a Cronopio Film. Dirigiu cinco longas-metragens, entre eles, Cronica de un Sueño (2005), Los Uruguayos (2006) e Tabaré – Rancol y Después (2008).

En 2004 creó junto a Stefano Tononi a Cronopio Film. Dirigó cinco largometrajes, como Cronica de un Sueño (2005), Los Uruguayos (2006) y Tabaré – Rancol y Después (2008).

 

Dia 26 de julho – 19h30

CineSesc

CINEMA DA VELA ESPECIAL:
O PAPEL DO REALIZADOR NO CINEMA LATINO-AMERICANO CONTEMPORÂNEO
CINE DE LA VELA ESPECIAL:
EL PAPEL DEL REALIZADOR EN EL CINE LATINOAMERICANO CONTEMPORÁNEO

• Alejandro Fernández Almendras (Chile)
• Lucía Ferreyra (Argentina)
mediador: Sérgio Rizzo (Jornalista – Brasil)

Os cineastas conversam com o público sobre as suas experiências na realização de filmes autorais no contexto chileno e argentino.
Los cineastas conversan con el público sobre sus experiencias en la realización de películas de autor en el contexto chileno y argentino.

Alejandro Fernández Almendras (Chile)

Diretor de Matar a un Hombre (2014), melhor filme de Sundance e prêmio KNF no Festival de Rotterdam. Além disso, foi escolhido para representar o Chile nos prêmios. Aqui Não Aconteceu Nada estreou em Sundance e fez parte da seleção Panorama do Festival de Berlim.

Director de Matar a un Hombre (2014), mejor película en Sundance y premio KNF en el Festival de Rotterdam. Además, fue elegida para representar a Chile en los premios. Aquí No Ha Pasado Nada fue estrenado en Sundance y fue parte de la selección Panorama del Festival de Berlin.

Lucía Ferreyra (Argentina)

Estudou direção cinematográfica na Univesidad del Cine. Em 2013 participou do laboratório de cinema da Universidad Torcuato Di Tella. Seu curta-metragem Forasteiro (2013) foi exibido em diversos festivais e é a base de seu filme homônimo de estreia.

Estudió dirección cinematográfica en la Universidad del Cine. En 2013 participa del laboratorio de cine de la Universidad Torcuato Di Tella. Su cortomatraje Forastero (2013) se exhibe en varios festivales internacionales y es la base de su ópera prima homónima.