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São Paulo, capital do cinema latino-americano
O Governo do Estado de São Paulo sente-se duplamente gratificado por poder reunir aqui, mais uma vez, a nata do cinema latino-americano.
Primeiro, porque a iniciativa da Fundação Memorial da América Latina chega à quinta edição consecutiva, o que demonstra que já criou raízes para almejar vida longeva.
A par dessa evidência, é preciso ressaltar que se trata de evento plural e sem fronteiras no contexto da produçãoo cultural e artística do nosso Estado. Com mais de 100 filmes, debates e oficinas,
o 5º Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo firma-se como a maratona anual que aqui concentra as principais produções em seu segmento e traz para o Brasil os mais destacados cineastas da região.
Por isso, é com alegria que quero saudar a todos quantos estão envolvidos direta e indiretamente na organização da mais legítima
festa do cinema latino-americano.
Cumprimento e convido a todos para que dela participem.
E faço votos que, em mais esta edição, o festival tenha o brilho dos anos anteriores, que mantenha acesa a criatividade estética de seus realizadores para confirmar aquilo que Orson Welles ensinou: O cinema não tem fronteiras nem limites. É um fluxo constante de sonho.
Sejam todos bem-vindos!
Governador do Estado de São Paulo

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Cinema como integração
O 5º Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo, que a Fundação Memorial da América Latina organiza, é a mais importante mostra anual de cinematografia Latino-Americana, reunindo os principais filmes produzidos e exibidos entre os anos de 2.000 a 2009.
Ressalto que a iniciativa, a cada ano, conquista merecido respeito no concerto cinematográfico e reveste-se de indiscutível importância, porque a arte ? e, neste caso específico, o cinema ? é a forma de linguagem universal e uma das manifestações culturais mais difundidas do mundo contemporâneo.
Destaco que o 5º Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo, em sua quinta edição, divulga e atualiza o debate sobre o panorama estético do cinema latino-americano. Reforça a convicção de que diálogo multicultural é um caminho que deve ser mais exercitado para o fortalecimento da democracia na América Latina.
Ao festejar com orgulho a iniciativa da Fundação Memorial da América Latina, torno público meus efusivos cumprimentos a todos que fazem e participam do festival.
Secretaria Relações Institucionais

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A consolidação
A responsabilidade de realizar mais uma edição do Festival de Cinema Latino- Americano de São Paulo só não é maior do que a satisfação e o orgulho de termos chegado ao quinto ano consecutivo de um evento dessa magnitude.
Nasceu, em 2006, para ser o ancoradouro de um cinema sem fronteiras ? como augurava João Batista de Andrade, parceiro na idealização do sonho que hoje é realidade. Ele será, muito justamente, um dos diretores homenageados este ano. O
outro será o argentino Marcelo Piñeyro.
Ao longo desses anos, o Festival enfatizou sua vocação estimuladora das vivências, ambições e expectativas dos profissionais que fazem cinema na América Latina.
Não poderia haver espaço mais cosmopolita para tais convergências do que o Memorial da América Latina.
Quero registrar, com renovada satisfação, a mobilização de esforços e o empenho dos atores que possibilitaram a consecução desse evento que já conquistou lugar destacado no calendário cultural do Estado e do País. Isso não teria sido possível
sem o apoio incondicional do Governo do Estado de São Paulo, da Secretaria de Cultura e da Associação do Audiovisual, presente desde a primeira cena na viabilização técnica e operacional do nosso festival.
Em 2010, a festa coincide com as comemorações que marcam o bicentenário do início do processo de independência dos países da América Latina ? Argentina, Chile, Colômbia, México e Venezuela -, que serão homenageados ao longo da
extensa programação que exibirá as produções de maior destaque entre 2000 e 2009. É, sem dúvida, a consolidação da retomada do cinema latino-americano.
Presidente da Fundação Memorial da América Latina

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O Memorial da América Latina, organizador dessa mostra que representa a chamada sétima arte, reúne, durante esta semana, a criatividade artística da cinematografia de países irmãos. Em sua quinta edição, o festival presta homenagem ao cineasta João Batista Andrade, um de seus inspiradores.
Realizações dessa natureza refletem a importância que o Governo do Estado de São Paulo atribui ao enriquecimento cultural das pessoas que aqui vivem e trabalham. Vale ressaltar que o acesso a todas as exibições dos mais de 100 filmes previstos na programação 5º Festival de Cinema Latino-Americano é gratuito.
Que o público tenha uma semana cheia de boas histórias.  
Secretaria da Cultura

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Ao chegar à sua quinta edição, o Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo vê consolidado seu papel de destaque entre mais de 200 eventos audiovisuais promovidos no Brasil anualmente. Sua vocação original - a de discutir novas possibilidades para a cinematografia da região - aperfeiçoa-se e reafirma-se a cada nova edição.
A Mostra Contemporâneos torna-se o emblema dessa opção ao reunir produções da mais recente safra da região e apresentar trabalhos de repercussão - em sua imensa maioria totalmente inéditos no país - assinados por nomes familiares ao público do festival, como o argentino Daniel Burman, o chileno Miguel Littin e o uruguaio Pablo Stoll, ao lado de uma série de talentos descobertos recentemente na Argentina, Bolívia, Chile, Cuba, Equador, Paraguai, Peru e Porto Rico. Da mesma maneira, a representação brasileira confirma novas propostas cinematográficas e cujos autores estão entre as revelações que o público interessado no novo cinema que está sendo feito no país quer acompanhar.
Também a retrospectiva histórica desta edição, que já mapeou o cinema moderno latino-americano desde os anos 1960 até a década de 1990, afina-se com a proposta do festival. Ao debruçar-se sobre o recente período que denominamos de "consolidação da retomada" que compreende os grandes marcos da produção feita a partir de 2000, oferece uma recheada seleção de grandes sucessos de público e de crítica, sinalizadora do prestígio atual dessa cinematografia. Esse período, de verdadeira consagração, está representado por obras de Alfonso Cuarón, Andrés Wood, Fabián Bielinsky, Fernando Meirelles, Juan José Campanella, Lucrecia Martel, Marcelo Gomes, Pablo Trapero e Walter Salles, entre outros.
Já  dedicada a gigantes do cinema mundial como Fernando Birri, Nelson Pereira dos Santos, Fernando Solanas e Paul Leduc, a sessão Homenagem passa, a partir desta edição, ao reconhecimento da carreira de um cineasta do Brasil ao lado de um grande nome latinoamericano não brasileiro. E a opção por João Batista de Andrade e por Marcelo Piñeyro como homenageados em 2010 aponta para duas filmografias profícuas e em construção, ambas sintonizadas com o diálogo com o público e com questões das sociedades argentina e  brasileira.
Ainda, destacam-se as exibições que celebram os 200 anos de Independência da Argentina, Chile, Colômbia, México e Venezuela, com o projeto 25 Olhares - 200 Minutos e com a seleção de alguns dos melhores curtas-metragens destes países. A terceira edição da Competição de Filmes de Escolas Audiovisuais da América Latina, garante a cada ano a tendência de renovação de talentos em curso na região.
Sempre gratuita, a programação deste 5º Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo, assinada pelos curadores André Sturm, Francisco Cesar Filho e Jurandir Müller, completa-se com uma série de oficinas audiovisuais, mesas redondas, uma aula magna e lançamento de livros. 
Um respeitável cardápio a ser apreciado por todos os cinéfilos.  
Associação do Audiovisual